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Notícia

Postada em 11 de Maio de 2019 às 05h22min

Recorde na produção de grãos em Mato Grosso

Mesmo sem qualquer revisão, Mato Grosso deve aumentar o volume ofertado em 6,1% ante o saldo anterior de 61,71 milhões t

Fonte: Diário de Cuiabá

Mato Grosso está prestes a fechar o ano-safra 2018/19 com mais um recorde de produção, tão logo se encerre a colheita do milho e do algodão de segunda safra. Projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam oferta de mais de 65,44 milhões de toneladas (t), volume que se confirmado, será o maior já registrado no Estado e que garantirá, pelo oitavo ano seguido, o posto de maior produtor nacional de grãos e fibras. Ontem, a Companhia divulgou o 8º levantamento dessa safra e manteve inalterada a previsão de produção ao Estado. Mesmo sem qualquer revisão, Mato Grosso deve aumentar o volume ofertado em 6,1% ante o saldo anterior de 61,71 milhões t.

Algodão, com avanço anual de quase 37% no volume de pluma, e o milho, com crescimento de 12,6% na produção, são as culturas de melhor projeção de desempenho nessa safra. A pluma mato-grossense, conforme a Conab, vai superar o recorde de áreas plantadas e produção da safra passada – 2017/18 – e vai impor novos resultados históricos a partir do atual ciclo.

Dentro de um cenário tão positivo nessa safra, Mato Grosso avança também na participação da oferta agrícola nacional ao responder sozinho por 27,64% da estimativa total de 236,71 milhões t no país, ou seja, ofertando mais de um quarto de toda a previsão da safra brasileira.

Entre os grandes produtores do Brasil, apenas Mato Grosso avança em percentual significativo. Paraná, que é o segundo maior produtor nacional deve fechar o ciclo com 36,23 milhões t, volume que garantirá crescimento anual de 3,61%. Na terceira posição está o Rio Grande do Sul, cuja previsão é de incremento de 5,9%, com a oferta atingindo 35,22 milhões t.

CULTURAS – Das três maiores safras produzidas em Mato Grosso – algodão, milho e soja – apenas a soja, cuja colheita está encerrada desde o início de abril, exibe números negativos em relação à temporada passada: queda de 0,5%. Conforme a Conab, foram colhidas 32,13 milhões t contra 32,30 milhões t da safra 2017/18. Enquanto a retração na oferta da oleaginosa é explicada pela falta de chuvas em pleno desenvolvimento das plantas, entre dezembro do ano passado e janeiro desse ano, a pujança prevista ao algodão e o milho vai na direção contrária. Reflete justamente o clima adequado às culturas, com chuvas abundantes e no momento certo.

Como explica o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Guilherme Bastos, além do clima favorável, em todo o ciclo do algodão e do milho, o produtor – especialmente o de milho safrinha – pôde também aproveitar integralmente a janela ideal de cultivo, uma vez que houve antecipação da colheita da soja.

O milho safrinha deve atingir recorde da série da Conab para Mato Grosso, com 29,50 milhões t, incremento de 12,6% sobre o ano passado e o algodão, cuja oferta da pluma deverá crescer 36,8% em relação à safra já expressiva do ciclo anterior e somar em 2019, 1,77 milhão t.

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