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Postada em 28 de Abril de 2018 às 14h25min

Júlio avalia que ser governador hoje é mais fácil e faria revolução em 4 anos de governo com Fethab

Júlio Campos (DEM), que administrou Mato Grosso de 83 a 86.

Fonte: Rdnews/Blog do Romilson

O ex-governador Júlio Campos (DEM), que administrou o Estado de 83 a 86, afirma que os antecessores do governador Pedro Taques (PSDB) fariam muito mais do que o que foi feito até agora pela gestão tucana. “Se tivéssemos o Fethab naquela época daria para fazer revolução em quatro anos. Ser governador hoje é muito mais fácil”, garante o democrata referindo-se arrecadação de R$ 1 bilhão do Fundo para a infraestrutura.

Júlio explica que, naquela época, a máquina pública era inchada, sendo responsável pela Cemat, Sanemat, Banco do Estado e outros órgãos que foram privatizados ou extintos com o passar do tempo. “Hoje o Estado é responsável pela educação, saúde, segurança e a própria infraestrutura”, diz.

Para o ex-deputado federal, Taques pegou o Estado em condições favoráveis com o crescimento de receita e, no entanto, se perdeu na administração. “Descontrolou as finanças do Estado e hoje Mato Grosso vive momento de déficit orçamentário muito grande e vai deixar para seu sucessor”, sustenta.

O democrata afirma que sua administração e a do ex-governador Frederico Campos (79 a 83) foram boas. No entanto, se recorda que sofreu muito nos últimos dois anos de governo em razão de ter apoiado para presidente da república Paulo Maluf, que saiu derrotado por Tancredo Neves e José Sarney. “Nós sofremos muito, tivemos muitas dificuldades”, lembra.

Nesse sentido, Júlio se recorda que o seu sucessor Carlos Bezerra (MDB) também passou pela mesma dificuldade ao romper com o Governo Sarney, que assumiu o posto após morte da Tancredo, em razão de defender a redução do mandato de Sarney, sem sucesso.

O objetivo, aquela época, era convocar eleições para 1988 e não 1989 como acabou ocorrendo como previa o movimento mineiro Pró-Diretas, que foi influenciado pelas Diretas Já, em 84.

Júlio considera o mandato do irmão, Jayme Campos (DEM), de 91 a 94, como bom, mas diz que também enfrentou dificuldade em razão da instabilidade financeira do país, sob administração de Fernando Collor de Mello. “Mesmo assim deixou muita marca”, explica.

Após mandato do seu irmão, o ex-deputado federal se recorda dos dois mandatos (95-98/99-2002) de Dante de Oliveira (falecido). Disse que o primeiro foi sofrível, mas que no segundo fez uma gestão boa.

Para Júlio, o hoje ministro da Agricultura, Blairo Maggi administrou bem o Estado, tanto que é lembrado até hoje pela sociedade. Blairo esteve à frente do governo por dois mandatos, de 2003 a 2010, quando deixou o Palácio Paiaguás para concorrer ao Senado. “Com todos os erros, tantos desacertos e denúncias que houve, mesmo assim, ainda foi uma gestão boa”, sustenta.

Em relação ao Governo Silval Barbosa (2010-2014), no qual Taques sempre se refere como uma péssima administração, Júlio acredita que também houve acertos, principalmente, na questão da mobilidade urbana, impulsionada pelas obras da Copa de 2014.

Nesse sentido, Júlio diz que Taques falhou muito na saúde, na qualidade da educação, mas admite ter avançado na segurança pública. “Na infraestrutura, perto do que os outros fizeram é muito pouco com muito recurso que ele teve do Fethab”, sustenta.

Críticas
Júlio é um dos líderes do partido que defende a ruptura com o governador. Não poupa críticas à sua gestão e defende que o partido lance candidatura própria para encarar Taques nas urnas. Dentro da legenda, os nomes mais cotados são do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes e do ex-senador Jayme Campos.

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