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Notícia

Postada em 08 de Março de 2018 às 13h51min

Dos 24 parlamentares na Assembleia Legislativa, ao menos 11 devem trocar de legenda.

Onze deputados devem trocar de partido em MT

Fonte: folhamax

Os parlamentares começam as trocas de partido sem o risco de perderem o mandato. A chama “janela partidária” se estende até sete de abril. Os deputados estaduais de Mato Grosso aguardam essa “brecha” para migrarem de partido e disputarem a reeleição em outubro deste ano.

Dos 24 parlamentares na Assembleia Legislativa, ao menos 11 devem trocar de legenda. A medida irá atingir, principalmente, as duas maiores bancadas do Parlamento Estadual, sendo elas do PSB e PSD.

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) irá perder todos os seus parlamentares. Isto porque, Eduardo Botelho (PSB), Mauro Savi (PSB), Oscar Bezerra (PSB), Max Russi (PSB) e Adriano Silva (PSB) já estão de malas arrumadas para outro partido desde meados do ano passado.

A debandada socialista se deve ao fato de a Executiva Nacional ter aceitado o deputado federal Valtenir Pereira de volta ao partido, e ter o colocado como presidente do Diretório Regional após a destituição do deputado federal Fábio Garcia da presidência.

A maioria dos deputados da legenda irão migrar para o Partido Democratas (DEM), seguindo assim os passos do ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes, que deve se filiar a sigla ainda este mês e tem grandes chances de disputar a eleição majoritária no Estado.

O único que não deve acompanhar o grupo é o atual secretário-chefe da Casa Civil, deputado estadual Max Russi. Ele anunciou que se filiará ao PRB, assim como o deputado federal Adilton Sachetti.

Já o Partido Social Democrático (PSD) deve ficar apenas com o deputado estadual José Domingos Fraga, tendo em vista que os demais já estão em negociação para trocarem de partido neste período.

O deputado estadual Gilmar Fabris (PSD) está em conversa com o DEM, enquanto Drº Leonardo, Nininho, Pedro Satelite e Wagner Ramos devem buscar abrigo no PSDB, uma vez que pretendem apoiar a reeleição do governador Pedro Taques (PSDB).

Diante do atual cenário político do Estado e da vontade do vice-governador Carlos Fávaro (PSD) em disputar a eleição para senador neste ano, pode ser que o PSD não esteja no mesmo palanque de Taques este ano, o que levou os parlamentares a analisarem a possibilidade de trocar de legenda.

Os quatro deputados estão tendenciosos a migram para o PSDB para disputarem a reeleição formando uma chapa pura, tendo assim, maiores chances de eleger um número maior de parlamentares.

Outra legenda que irá perder um de seus integrantes é o Partido dos Trabalhadores (PT). O deputado estadual Allan Kardec já definiu a sua ida para o Partido Democrático Trabalhista (PDT), que também deve lançar chapa pura na eleição proporcional.

A janela partidária é o período de 30 dias em que deputados são livres para trocar de legenda sem o risco de punição. Ela está garantida por força do artigo 22-A, III da Lei 9.096/1995 (Lei dos Partidos).

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