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Notícia

Postada em 16 de Janeiro de 2018 às 05h49min

FEBRE AFTOSA: Cobertura vacinal atinge 99,7%

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Fonte: Diário de Cuiabá

Na etapa de novembro de 2017, a primeira após a inversão do calendário de vacinação contra a febre aftosa em Mato Grosso, 99,7% dos bovinos e bubalinos alvos da campanha foram imunizados dentro do prazo, que foi de 1º a 30 de novembro, válido para animais de zero a 24 meses. Conforme balanço apresentado  pelo Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea/MT) isso significa dizer que de pouco mais de 13,95 milhões de cabaças de um total de 13,99 milhões receberam a vacina.

Há 10 anos o Indea/MT alcança o patamar acima de 99%, resultado que contribui para que Mato Grosso avance ainda mais para a retirada da vacinação, o que deve ocorrer até 2021. Nesse mês, o rebanho mato-grossense comemora 22 anos sem registrar qualquer caso de febre aftosa.

“O resultado é reflexo do trabalho desenvolvido pelas Unidades Regionais do Indea nas 100.934 propriedades envolvidas que pontuam os 99,7% da vacinação. Tivemos 891 propriedades sem registro da vacinação. Esses inadimplentes terão os cadastros bloqueados, serão visitados e terão que fazer a vacinação de forma assistida”, pontuou o presidente do Indea, Guilherme Nolasco.

Houve na etapa de novembro, um crescimento de 2 milhões de cabeças vacinadas por conta da inclusão do Baixo Pantanal com cerca de 700 mil cabeças. Essa tendência de crescimento, segundo o presidente do Indea, é positiva no sentido de continuidade. “Vamos consolidar esses números em maio deste ano, quando ocorrerá outra etapa de vacinação contra aftosa e tudo indica que vamos atingir mais de um milhão no crescimento do rebanho”, frisou Nolasco.

O Indea/MT acompanhou vacinações oficiais em 3.037 propriedades, totalizando 721.157 bovinos, em regiões de fronteira, na Ilha do Bananal e áreas indígenas.

ABATES - No comparativo de abate de bovinos entre 2017 ante 2016, os números demostram crescimento para o abate de fêmeas, alcançando 42% dos bovinos no ano passado, contra 30% em 2016. Parte desse acréscimo se deu, segundo o presidente do Sindicato Rural de Cuiabá, Jorge Pires de Miranda, devido às políticas de governo para com o segmento.

A diminuição do abate de machos está em parte condicionada a redução do ICMS dada pelo governo do Estado para o transporte do boi em pé para fora do Estado, que favoreceu para que o animal fosse abatido em outros estados. E no caso da fêmea, o trabalho foi da porteira para dentro, que fez o produtor entender ser inviável manter a fêmea vazia dentro da propriedade, explicou o presidente do Sindicato Rural de Cuiabá, Jorge Pires de Miranda. (MP)

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